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Carta da Edna
clique acima
Edna Yawanawá é uma jovem liderança do Povo do Queixada, nas cabeceiras do rio Gregório.
A sua carta é uma espécie de lamento pelo que vem ocorrendo no movimento indígena.
Escrito por Moisés Diniz às 21h24
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VERSÃO DO SABÁ
CLIQUE ACIMA
O blog do jornalista Altino Machado se transformou num espaço de debate sobre as questões indígenas.
Como eu não sou ‘dono dos índios’, não vou entrar nesse debate. Apenas ler as versões, com a paciência dos pajés.
No blog dessa semana, o SABÁ se defende. Leia!
Escrito por Moisés Diniz às 15h18
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Texto para discussão
Cria a Semana da Cultura Popular do
Estado do Acre e dá outras providências.
Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar a Semana da Cultura Popular do Estado do Acre nos termos da presente lei.
Art. 2º - A Semana da Cultura Popular será realizada, a cada ano, a partir do dia ____, data em que se registra a morte do (a) _______________________
(Obs: artigo dedicado a homenagear alguém da cultura. Pedimos sugestões....)
Art. 3º - A Semana da Cultura Popular tem os seguintes objetivos:
I - apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais;
II - Promover o intercâmbio cultural dos municípios acreanos;
III - Promover, aperfeiçoar e valorizar os profissionais da cultura e da criação artística;
IV - Contribuir na proteção das expressões culturais dos grupos participantes do processo cultural e o artesanato;
V - Estimular exposições, a produção de trabalhos e pesquisas sobre acervos culturais, preservação e recuperação de bens históricos e incentivar estudos sobre o cultivo do folclore.
Art. 4º - A Semana da Cultura Popular será financiada por dotação própria da Fundação de Cultura Elias Mansour e por contribuições do setor privado.
Art. 5º - Será constituído um Conselho Gestor da Semana da Cultura Popular, com os seguintes membros:
I – Fundação de Cultura Elias Mansour;
II – Observatório Permanente das Artes;
III – Organizações de Cultura do estado, devidamente legalizadas;
IV – Fundações de Cultura dos municípios, onde houver.
MOISÉS DINIZ – PCdoB
Deputado da Floresta
*** A justificativa do projeto de lei é um texto do músico e escritor João Veras: “BREVE REFLEXÃO SOBRE A CULTURA POPULAR NO ACRE”..., que você acessa no OPA (blog alternativo da cultura), acessando NOVEMBRO 2004), 4º link à esquerda desta página.
Escrito por Moisés Diniz às 10h30
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TERRORISMO DE ESTADO A guerra real, na Bolívia,
é a pobreza
Publicado a pedido de um blogueiro...
USINA DE COMUNICAÇÃO E ARTE
ESTADO DO ACRE
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
REQUERIMENTO OUT/2005
O deputado que este subscreve requer, na forma regimental, que seja encaminhado expediente ao Vice-governador e Secretário de Estado da Educação, professor Arnóbio Marques, em caráter de urgência, solicitando a realização de uma Audiência Pública, com a presença de artistas locais, para debater sobre a Usina de Comunicação e Arte.
De acordo com os artistas de vários segmentos culturais, a Audiência Pública sobre a Usina de Comunicação e Arte discutirá a sua finalidade e quem a realiza, quem e como será administrada e sua extensão de ações na área da produção, formação, difusão, o nível de participação da comunidade cultural em sua definição e administração, entre outras informações.
Os artistas que solicitam a presente Audiência Pública, através do nosso mandato parlamentar, fazem parte das seguintes representações culturais: artes cênicas, artes plásticas, artes visuais, leitura, audiovisual, culturas afro-brasileiras, culturas populares, literatura, música e jornalismo cultural.
Sala das Sessões Milton de Matos Rocha
11 de outubro de 2005
Moisés Diniz - PCdoB
DEPUTADO DA FLORESTA
Escrito por Moisés Diniz às 21h39
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Achei muito interessante o texto
do jornalista Elson Martins. Por ter provocado em mim
a reflexão sobre táticas de combate,
eu publico abaixo. Basta acessar
o Blog do Altino Machado.
Altino Machado
- acesse
Escrito por Moisés Diniz às 13h56
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Moisés quer criar
o Dia do Líder Comunitário
Escrito por Moisés Diniz às 00h10
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NÃO FUI EU
“Enquanto segmentos oposicionistas importantes não superarem certos métodos, a oposição no Acre não obterá êxito. Se as tônicas das relações interoposição continuarem sendo as da malandragem, da desconfiança, do arrivismo e da VELHACARIA ficará impossível construir uma unidade sólida e confiável em torno de temas que interessem e arrebatem a essência do povo acreano”.
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É muito grave o que disse, aí em cima, o deputado João Correia. Será que o deputado João Correia não está muito distante da realidade acreana? São afirmações tão graves que colocam em xeque a legitimidade das oposições.
Será que já não estava na hora de o deputado João Correia rever o que disse e pedir desculpas à oposição?
Escrito por Moisés Diniz às 22h07
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MARINA!
Não seremos livres enquanto o eco de nossa voz brotar do preconceito. Os povos indígenas, os negros, as mulheres e até as minorias sexuais conquistaram solidariedade para o seu abandono e a sua luta. Todavia, os pobres continuam num maldito isolamento de classe. Expropriados, a sós, seviciados pela fome, abandonados e cuspidos, cotidianamente, pela avassaladora indiferença das elites. Aos pobres nenhuma solidariedade, apenas preconceito e mais preconceito. De nossa parte, que dizemos estar comprometidos com eles, nos denunciam concepções preconceituosas que herdamos do cativeiro. Quereis um exemplo?
Antes trarei um do mundo dos mortos. Lá, dentre os vários castigos infernais, há uma seção onde as almas apenadas ficam submersas num lago de larvas incandescentes e apodrecidas. Naquele terrível suplício, os pecadores tentam colocar o rosto de fora para respirar. Quando assim tentam, uma lâmina de aço, fria e cortante, passa rente à superfície, obrigando-os a voltar às profundezas apodrecidas do lago. Entre perder o pescoço ou suportar a podridão, eles optam pela última. Assim ocorre, no nosso tempo, com os pobres que ousam derrotar o anonimato de sua classe e colocar os pés onde só as elites trafegam. Um pobre que ouse fazer isso sofre a mais brutal interdição! Das elites não esperamos diferente. O que nos desanima é ver a lâmina do preconceito, pior que no mundo dos mortos, repousando nas mãos dos pobres e sendo utilizada contra eles mesmos.
Esta lâmina domina o nosso tempo como uma doença contagiosa e mortal. Eis o exemplo! Uma menina de seringal, negra, pobre e analfabeta, se por intervenção de Deus ou dos homens, rompeu o isolamento de sua classe e fez-se Senadora da República. Do acreano mais reacionário ao Boris Casoy, ela sofre achincalhe. Falsa seringueira! Senadora das ONGs! Negrinha! Senadora que boicotava as BRs. Ministra que não trouxe dinheiro para o Acre e, por cima, fica atrapalhando o Lula e o seu desenvolvimentismo! Marina atrapalha, Palloci ajuda! Esse é o discurso dos novos jagunços, que usam paletó, camionetes e perfume francês! Nunca veio dessa gente um elogio, um reconhecimento. Quero abrir este tema opinando sobre a nossa própria concepção e reação. A reação dos pobres sobre o achincalhe que sofre uma representante de sua própria classe, uma classe expropriada nos seus direitos mais elementares. Que fazem os pobres, que fazemos nós, para romper a barreira do preconceito? Será que não temos o direito de tocar a luz e a magia do poder que protege as elites? Será que a Marina é essa mulher má, inimiga do desenvolvimento? Será que nós, filhos também da classe expropriada, não temos a capacidade de perceber o que querem os velhos donos do Acre, quando achincalham e agridem a Senadora e Ministra Marina? Até quando os pobres alimentarão o seu tempo com a versão daqueles que os massacram? Talvez porque, dentre os que estão lendo este ensaio, poucos se considerem filhos dessa classe, a classe que envergonha!
CONTINUA...
Escrito por Moisés Diniz às 23h53
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O preconceito brota no cotidiano, invisível, intransigente e, às vezes, doce. Diálogos de orgulho e diálogos de vergonha. Diálogos para descobrir as origens e a importância ou a insignificância: - Quem é o seu pai? - É o Dr. Exmo. Sr! – Ah, eu conheço, gente boa, homem de trabalho! – E o seu? – É o Pedro Augustinho de Souza! O diálogo morre ali, onde nasce a vergonha de perguntar quem é mesmo Pedro Augustinho de Souza! Eu, pessoalmente, passei, várias vezes, por esse constrangimento. Meus interlocutores não sabiam quem era o meu pai. Aqueles momentos alimentavam o meu preconceito contra mim mesmo, minhas origens e a minha classe. Descobri, mais tarde, que, ao envergonhar-me das minhas origens, eu estava afrontando uma história milenar, construída no confronto mortal de meus ancestrais com o anonimato e a exclusão.
Utilizo esta pequenina cena de uma tragédia cotidiana para perguntar: Marina, quem é o teu pai? Um homem do povo, analfabeto, como a sua filha até os 16 anos, mãos calejadas, frágeis, embora rústicas, suportando o peso da busca do alimento diário, na floresta e nos rios, esta riqueza indomável que a nobre Senadora e Ministra luta para preservar e distribuir entre os filhos da sua classe. Filho também da classe expropriada, Pedro Augustinho de Souza, varava as noites e as madrugadas, enfrentando cobra grande e poraquês, “atrás” da sobrevivência e do sonho que ilumina a penumbra e a solidão dos seringais amazônicos. Às jaçanãs, tapiris, remansos e embaúbas “seu” Augustinho sonhava: “Minha filha vai ser doutora!” Enfrentando e destruindo o preconceito, tornou-se Senadora.
Nada mais que isto, cidadão! Marina ergueu-se, como uma árvore teimosa que não aceitou viver submersa nas águas do rio. É o exemplo para os seus irmãos que amargam no anonimato das periferias e do preconceito. Tantos outros a seguem! Alguns, feitos cotia acuada sob a lanterna do caçador, perderam a vida para o preconceito. Este, doce como veneno e vinho, fez-se pólvora, chumbo e bala nas mãos de um jagunço sem alma. Marina venceu mais de um preconceito: mulher, negra, analfabeta, extrativista, pobre e de esquerda. Restou-lhe a fé que, como uma tempestade, impôs ao preconceito derrota colossal.
Ensaiei, aqui, meu desejo de mudar o mundo, que vislumbro nas mãos de Marina. Um camponês dirigindo a nação, um operário, um negro, um índio, uma mulher. Não foi uma opinião de partido, de política, de eleição, constitui-se num tributo pessoal às minhas próprias origens. Marina simboliza, como marca ardente na pele do gado e na insensibilidade das elites, a ressurreição que não necessita de morte. É possível não morrer, não ajoelhar-se à indignidade do anonimato que exclui, derrotar o preconceito, manter-se limpo, não envergonhar-se das origens. Marina desobedeceu a regra do silêncio e da submissão e, por conta da ousadia, recebe das elites, como uma sentença divina, a condenação: “por tua desobediência, teu marido te subjugará e teu parto será em dor!” E, como ninguém reage, qualquer jagunço social pode afirmar: “teu marido é o capital, se ele não pode te subjugar, encontrará um meio de te difamar”!
Escrito por Moisés Diniz às 23h52
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Consulta quer adequar programação
da TV com FUSO HORÁRIO do Acre
Clique aqui para ler a matéria
O debate sobre a imoralidade do FUSO HORÁRIO começa a surgir no Acre. Aos que brincaram com um tema que mexe com as nossas vidas, especialmente as de nossas crianças, fica a reflexão sobre essa matéria...
Escrito por Moisés Diniz às 02h49
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Consulta quer adequar programação
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O debate sobre a imoralidade do FUSO HORÁRIO começa a surgir no Acre. Aos que brincaram com um tema que mexe com as nossas vidas, especialmente as de nossas crianças, fica a reflexão sobre essa matéria...
Escrito por Moisés Diniz às 02h39
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Mauri Sérgio: “o PMDB não se mistura com partido do mensalão”
- Clique aqui para ler a matéria
Que gracinha! Logo o Mauri Sérgio, esse menino que fez uma ‘excelente’ administração em Rio Branco. Saiu ‘aclamado’ pelo povo! Não sofreu nenhuma investigação por ‘corrupção’! Foi um prefeito ‘querido’ pelos funcionários! Pense num político honesto!
Mas, por favor, repense essa decisão. Nós gostaríamos tanto de tê-lo em nosso palanque. Utilizaríamos a sua ‘brilhante’ administração como exemplo para conquistar votos dos eleitores. Os seus milhares de votos (que o senhor conquistou na eleição de vereador em 2004) seriam incorporados ao patrimônio eleitoral da FPA.
Por favor, Mauri! Fique conosco! Precisamos de gente ‘honesta’ ao nosso lado!
Escrito por Moisés Diniz às 16h15
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Veja, a porca!
“Acho que a população deveria SIM é se ARMAR contra esses BANDIDOS que estão no PODER. Um TIRO bem no MEIO DA CARA sebosa do LULLADRÃO seria a melhor forma de LIVRAR o Brasil da BANDIDAGEM”.
Esse comentário está publicado na Revista Veja desta semana. Inacreditável como uma grande revista, de circulação nacional, permite tão odiosa ofensa e tamanha propaganda ao crime.
E ainda tem gente que diz, candidamente, que essa imoralidade é liberdade de imprensa!
Mais abaixo, a revista sem pudor tenta desqualificar a eleição de Aldo Rebelo. Seus editores ainda estão inconsoláveis com a derrota de Tomaz Nonô, o candidato dos anjos do PSDB-PFL.
E não é que os ‘socialistas’ do PPS e do PDT, mais os ‘verdes’ do PV, votaram em Tomaz Nonô?
Mentira!
Escrito por Moisés Diniz às 13h02
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