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AS ANGÚSTIAS HUMANAS
Não faz tempo, medida de milhares de anos, a humanidade arrancava da terra o alimento com o suor do rosto. Hoje, com o aperto (que virou toque suave) de um botão (que virou marca digitalizada), o homem aciona uma engrenagem que produz toneladas de aço, faz decolar uma máquina que rasga os céus ou ejeta uma conjunção de plutônio e sofisticados gases que pode ceifar milhões de vidas com a sua explosão.
E, inacreditável, a humanidade está mais triste! Proporcional à população, os índices de suicídio são infinitamente maiores hoje do que há milhares de anos. O psicanalista é invenção secular, tão nova quanto o telégrafo ou a máquina a vapor. Angustiado, o homem procura “um lugar onde o seu coração possa respirar em paz”, a movimentar-se nas grandes cidades como um cordeiro entre lobos. E estes se dizem seres que amam, raciocinam e dialogam. Mas, como se fossem formigas, esquecem que um dos pais da humanidade foi o aperto de mãos!
As guerras, que acompanham o homem desde que ele começou a apropriar-se dos bens do planeta, já tomaram conta da rotina humana. Imaginávamos que a guerra fosse um produto da barbárie e seus postulados unilaterais, da ganância de quem se apropria do alheio e de um mundo que não se olhava nos olhos e tão pouco ouvia a palavra do semelhante. Asneiras! A tecnologia do diálogo nunca foi tão farta e generosa, do velho telefone à comunicação pela imensa rede da informática. Mas, o homem está guerreando mais, se não entre nações, guerreia entre si mesmo, entre cores da pele, religiões, etnias e até entre opções sexuais. E, cada vez mais voraz, guerreia entre os que se apropriam da riqueza e aqueles que a produzem.
Produzíamos a riqueza com as próprias mãos ou, no máximo, com a ajuda de um arado de madeira bruta e de um velho quadrúpede, que ainda não tinha consolidada, nas hélices tortas de seus genes, a submissão do trabalho. As máquinas, hoje, produzem por nós. Derramamos menos suor, calejamos menos as mãos! E por que essa angústia a se tornar, continuamente, uma tempestade dentro das veias humanas?
Há poucos milhões de anos, o homem vivia cercado pelas feras da floresta assombrosa. Não compreendia os poderosos sinais dos céus, trovões e tempestades, e tão pouco sabia decifrar e curar as moléstias que dizimavam as aldeias nascentes. Todas essas fontes de angústia foram esmagadas pela ciência em expansão, mas o homem moderno está a gastar milhões de moedas em busca da cura daquilo que ele chama de enfermidades da alma. E nem percebe que o seu semelhante é a fera que o acuava na velha caverna. No lugar de uns galhos e cipós, ele coloca barras de ferro nas entradas das sofisticadas moradias, contra as feras que usam balas mortíferas no lugar de suas ancestrais garras.
Caminhamos pelas ruas, carrões luxuosos de nossos semelhantes a cuspirem dióxido de carbono, como um vulcão, em nossas gargantas. Semelhantes! Bela semântica para esvaziar a nossa rebeldia! Onde foi parar aquele velho sonho de fraternidade? Dorme, amedrontado, nas últimas linhas de uma homilia. Dominamos os céus e a estrutura espetacular dos átomos, mas não adquirimos a tecnologia do amor, a ciência da partilha.
E sem essa tecnologia humanista não cessarão as angústias do homem que corre em busca da morte!
Escrito por Moisés Diniz às 14h41
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Maria das Graças - Anônima
Deputado, tenho algumas perguntas ao senhor:
Qual o resultado das investigações sobre o escândalo da Acrevelinda?
Eu ainda não era deputado. O que eu sei é que, quando os crimes são cometidos pelas elites, eles são apurados pela metade!
Por que o Senhor nunca propôs a criação de mecanismos que dêem transparência ao Poder Público Estadual?
Apresentei projeto de lei que obriga o estado a divulgar os índices de criminalidade e de violência. Estou apresentando ainda um projeto que obriga todos os poderes a disponibilizar na internet as suas folhas de pagamento, com os nomes e os valores salariais, DAS, gratificações
Eu gostaria de saber se dispomos de algum instrumento para aferir quantos empregos foram criados nos últimos anos
Não existem, é uma lástima! Posso propor a criação de um instituto. O ideal é que esse instituto fosse obra da própria sociedade, com controle social e apoio financeiro do poder público. Gostei da idéia e vou trabalhar nesse sentido
O que o senhor acha da proposta de reforma agrária do Governo Lula e da versão local, quintais florestais?
A proposta de reforma agrária do governo Lula é tímida, medrosa e insuficiente. Parece que o Lula tem medo do latifúndio improdutivo. Quantos aos quintais florestais, ainda tem muito romantismo. Eles ainda não chegaram a Tarauacá! O caminho da reforma agrária no Acre é assentar as famílias nas margens dos rios. Esses assentamentos em beiras de ramais lamacentos é uma imoralidade. Nenhum governo vai conseguir asfaltar os mais 5.000 km de ramais existentes. O coitado recebe a terra, não tem apoio nenhum, e a vende para os grandes. Uma vergonha!
Escrito por Moisés Diniz às 13h39
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Moisés Diniz propõe a criação de Força Especial
contra o tráfico de madeira nos finais de semana
O deputado Moisés Diniz encaminhou expediente ao Governador do Estado propondo a criação de uma Força Especial para fiscalizar, nos finais de semana e feriados, a saída ilegal de madeira do estado.
De acordo com o requerimento, a Força Especial deverá ser constituída de membros das seguintes instituições: IMAC, IBAMA, Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar e Polícia Federal. Haverá ainda um membro observador de instituições como MPE e MPF, Casa Civil do Governo do Estado, Federação dos Trabalhadores na Agricultura e Sindicato dos Jornalistas.
O deputado do PCdoB argumenta que “as constantes denúncias de saída ilegal de madeira do nosso estado têm comprovado que o crime ocorre mais frequentemente nos finais de semana. É como se houvesse um acerto subterrâneo, que precisamos investigar”.
Segundo Diniz, a constituição da Força Especial deverá envolver a sociedade civil organizada, como federações de trabalhadores e imprensa. A cada noventa dias, a Força Especial deverá prestar contas à sociedade, através dos meios de comunicação, apresentando os índices de apreensão e de ações judiciais.
O parlamentar afirma ainda que “a sociedade acreana não vai tolerar mais a absurda sangria de nossos recursos florestais e o possível enriquecimento de agentes públicos através do ilícito”.
O deputado comunista faz questão de frisar que “os industriais da madeira, que trabalham no Acre e agregam valor aos nossos produtos madeireiros, terão apoio irrestrito do poder público. Quanto aos traficantes de madeira, devemos colocar a polícia em cima deles”.
Escrito por Moisés Diniz às 00h26
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DEMOCRACIA 99%
Caros amigos,
Durante um ano tentei manter vivo O Deputado Aprendiz, 100% democrático. Enfrentei muitos problemas por causa desse blog. Apesar disso, foi um bom espaço para o debate de idéias.
Nos últimos tempos, a maioria dos comentários tem sido agressiva, desrespeitosa e até pessoal. Está havendo uma barreira para que as pessoas debatam idéias.
O que mais me impressiona é que a maioria dos comentários é anônima, como se eu tivesse o poder de perseguir alguém por causa de sua opinião. Descobri, através de alguns amigos meus jornalistas, que alguns figurões comentam anonimamente no meu blog.
Quem está acompanhando esse blog, sabe do que eu estou falando. Por causa disso, decidi interditar os comentários, escolhendo aqueles que devem ser publicados.
Continuaremos com democracia 100% no blog O Astronauta de Mármore. Lá eu vou participar também de forma anônima. Vou escolher um pseudônimo e opinar, como a maioria está fazendo.
Infelizmente, eu fui vencido pelo anonimato que agride! O anonimato de idéias continuará sendo publicado! Por exemplo, nunca houve um comentário do Astro, um anônimo, que fosse agressivo, desrespeitoso ou pessoal, apesar de serem duros.
Tomara que apareça outro político pra abrir um blog, como eu fiz. Por enquanto, peço desculpas e desço para a democracia 99%!
Escrito por Moisés Diniz às 00h16
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PROGRAMA DE LEITURA DE JORNAIS
NAS ESCOLAS PÚBLICAS
Propus a criação de um programa de incentivo à leitura de jornais nas escolas de 1º e 2º Graus da rede de ensino público. O ante projeto de lei, encaminhado como indicação, foi apresentado hoje na assembléia legislativa. Pelo projeto, o poder executivo poderá celebrar convênios com empresas jornalísticas, para aquisição dos jornais a ser utilizado nas escolas.
Considero que os estudantes acreanos, na sua imensa maioria, são oriundos das classes populares, filhos de trabalhadores que lutam para garantir o sustento diário de suas famílias. Os seus pais fazem um esforço impressionante para garantir-lhes o transporte e o material escolar.
Dessa forma, a renda familiar inviabiliza qualquer possibilidade de leitura diária dos jornais, fonte de informação e de conhecimento das coisas do Acre. Faz-se necessário o poder público ajudar esses jovens a adquirirem as informações necessárias para o seu crescimento profissional e de cidadania.
Tenho a compreensão de que os jornais do Acre, devido a intensa disputa pelo mercado e considerando a quantidade de periódicos, têm se tornado fontes imprescindíveis de informação qualificada sobre os mais variados temas.
Se o problema for a falta de dinheiro, então que se tire os jornais das repartições públicas e os envie para as escolas.
Escrito por Moisés Diniz às 16h47
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PCdoB do Acre repudia declarações preconceituosas
de Fernando Henrique Cardoso sobre o Governo Lula
O comitê estadual do PCdoB do Acre vem a público repudiar as declarações preconceituosas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o Governo Lula. FHC afirmou que “o governo atual mais parece um peru bêbado em dia de carnaval”. O ex-presidente, como se estivesse sob o efeito de alucinógenos, afirmou ainda que “a sertanização porque passa Brasília pode atingir a democracia”.
As declarações de FHC desnudam o nível de preconceito e de intolerância de uma parte das elites em relação a um presidente nordestino, filho das camadas populares e oriundo das lutas do povo brasileiro. É o grito rouco de uma intelectualidade que não suporta o cheiro das ruas, que agoniza em suas teses elitistas e excludentes e sente saudades do tempo feio da velha política neoliberal.
Fernando Henrique é porta-voz daqueles que perdem dinheiro com o superávit comercial e embaixador envergonhado dos financistas que desejam a dívida pública crescendo em espiral. FHC e a sua velha academia não suportam o crescimento do número de bolsas-escola e de milhões de empregos para os brasileiros, incluindo os nordestinos.
Aqui na Amazônia, nós chamamos isso de choro do surubim! É um canto triste daqueles que perderam algo. FHC e o seu time tucano perderam o controle político da maior nação latino-americana. Sua alma colonial não suporta ver um presidente operário se tornando líder de um mundo em desenvolvimento. O cantado presidente sociólogo, em oito anos, não se tornou líder de nada, a não ser de alguns magnatas que operam no eixo Washington-Londres.
Os comunistas acreanos têm consciência de que o governo Lula cumpre um importante papel de liderança dos países em desenvolvimento e de indutor de políticas de crescimento econômico e de inclusão social.
Que possamos entender as agressões de FHC como um sinal de alerta. Precisamos ocupar as ruas, fortalecer o movimento popular e avançar para uma correlação de forças que garanta o avanço do governo Lula no rumo das mudanças. A ‘sociologia’ de Fernando Henrique é mortal e envenena.
O antídoto é o povo nas ruas e a mobilização popular!
Rio Branco-Acre, 23 de maio de 2005
O Comitê Estadual do PCdoB do Acre
Escrito por Moisés Diniz às 16h29
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DEPUTADO PROPÕE LEI PARA PROTEGER
RELIGIOSOS QUE GUARDAM O SÁBADO
Os professantes das religiões que têm o dia de sábado como santificado, e em razão da obrigação funcional, ou de trabalho, nas entidades públicas ou privadas, e que tenham de cumprir tarefas nesses dias, terão seus direitos protegidos, não lhes cabendo qualquer ônus de natureza econômica, financeira e patrimonial. A proposta é do deputado Moisés Diniz (PCdoB), que protocolou projeto de lei na assembléia legislativa nessa quinta feira.
O projeto determina que o amparo de seus direitos de guarda do sábado, fica condicionado à prestação alternativa de suas obrigações funcionais ou trabalhistas, distribuídas, na forma que for acordada entre as partes, durante os demais dias da semana ou mês, conforme a forma de apuração das horas de efetiva prestação de serviços a que esteja submetido o interessado.
Determina ainda que as entidades empregadoras, públicas ou privadas, obrigar-se-ão a promover as adaptações em seus programas, ou expedientes de trabalhos, de modo a não prejudicar seus objetivos, e os interesses dos membros das Igrejas Adventistas e Judaicas.
O deputado do PCdoB argumentou que, hoje, os professantes dessas religiões ficam submetidos à boa vontade dos patrões, não havendo uma legislação que os proteja. “O trabalhador, especialmente os mais humildes, são obrigados a escolher entre a sobrevivência e a sua fé. A nossa proposta de legislação harmoniza essa situação”.
“A profissão de fé é um artigo constitucional e precisa que a sociedade, na sua organização econômica e social, não atropele a rica variedade religiosa do nosso povo”, finalizou Diniz.
Escrito por Moisés Diniz às 17h19
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ALEAC PODE APURAR RESPONSABILIDADES
POR INCIDENTE OCORRIDO COM AGRICULTORES
O deputado Moisés Diniz (PCdoB), 2º secretário da aleac, disse vai propor que a mesa diretora apure as responsabilidades pelo incidente ocorrido com colonos nessa quarta feira. Segundo consta, alguns colonos foram barrados por estarem vestindo bermuda. O regimento interno da aleac afirma que as pessoas, para ter acesso às suas dependências, precisam estar vestidas decentemente.
O 2º secretário afirma que nunca, nesses últimos seis anos, alguém havia sido barrado nas portas da aleac. “Sempre que havia algum caso de traje que provocasse dúvidas, os seguranças consultavam a direção da casa”.
“O que aconteceu foi uma falha imperdoável e nós vamos apurar as responsabilidades. Vamos ainda reformular o regimento. Ninguém poderá ser impedido de acessar os seus representantes. Além do mais, a palavra ‘decentemente’ não determina o tamanho da perna da calça”, finalizou Diniz.
Moisés Diniz fez questão de lembrar que, nos últimos dois anos, toda semana um segmento social visita a aleac. “Do flanelinha ao juiz, todo mundo tem acesso. Por isso, não tem explicação essa falha ocorrida com os colonos”.
O deputado faz questão de frisar que o incidente, além do possível erro de funcionários da aleac, de não ter consultado os membros da mesa, residiu na intransigência dos líderes do movimento. “No lugar dos líderes procurarem os deputados, eles incitaram os agricultores a abandonar a assembléia. Sem a gente saber de nada, eles desceram vaiando e gritando. Quando a aleac foi tentar conversar, eles já tinham utilizado o microfone para agredir os deputados”, afirmou Diniz.
“Só quem saiu perdendo foram os agricultores. Com líderes desse tipo, eles não vão chegar a lugar nenhum. Na verdade, prepararam uma farsa e a aleac caiu nela. Percebi inocência e boa vontade nos agricultores e maldade política nos seus líderes. O mais grave é que utilizaram humildes agricultores”, argumentou o deputado do PCdoB. Ele acha que “a assembléia pode ser criticada por outras coisas, menos de ausência de democracia. Dizer que os deputados não quiseram receber os trabalhadores rurais é piada de mau gosto!”
Deputado diz que os índios têm o direito
de se vestir do jeito que eles quiserem
Moisés Diniz ficou chateado com as insinuações em torno dos povos indígenas que, segundo alguns, podem entrar sem roupa na aleac. O deputado comunista disse que, para evitar mais discriminação contra os povos indígenas, deu entrada na mesa, nessa quinta feira, com projeto de resolução modificando o artigo 314 do regimento interno da assembléia legislativa. Pelo atual regimento, as pessoas podem assistir às sessões vestindo-se “decentemente”.
Diniz considera que o termo “decentemente” leva a interpretações que podem considerar “indecentes” os trajes indígenas. “Os índios se vestem de acordo com a sua milenar cultura. Não cabe à nós, homem branco, dizer que roupa é decente e que traje é impróprio. Quem fizer isso, pode ser condenado por racismo!”, argumentou o deputado do PCdoB.
Escrito por Moisés Diniz às 19h50
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DEPUTADO DIZ QUE OS ÍNDIOS TÊM O DIREITO
DE SE VESTIR DO JEITO QUE ELES QUISEREM
O deputado Moisés Diniz (PCdoB) apresentou projeto de resolução modificando o artigo 314 do regimento interno da assembléia legislativa. Pelo atual regimento, as pessoas podem assistir às sessões vestindo-se “decentemente”.
Diniz considera que o termo “decentemente” leva a interpretações que podem considerar “indecentes” os trajes indígenas.
“Os índios se vestem de acordo com a sua milenar cultura. Não cabe à nós, homem branco, dizer que roupa é decente e que traje é impróprio”, argumentou o deputado do PCdoB.
Escrito por Moisés Diniz às 01h22
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Funcionária demitida por
não usar batom nos EUA
Uma mulher demitida por não usar batom e outras maquiagens decidiu processar o cassino em que trabalhava como garçonete nos Estados Unidos.
Segundo a agência de notícias Reuters, Darlene Jespersen era funcionária do cassino Harrah's Entertainment desde 1979, mas foi dispensada em 2000 por se recusar a cumprir a política da empresa que exigia que as mulheres usassem maquiagem.
Alegando discriminação sexual, Jespersen decidiu processar a empresa. Em dezembro, sua ação foi rejeitada por três juízes da 9ª Corte de Apelações do Estado de Nevada, que considerou a política da empresa legal.
No entanto, na última sexta-feira, a mesma Corte decidiu, sem justificativas, reconsiderar sua decisão e determinar que o caso seja novamente analisado por um painel de 11 juízes.
Para a advogada Jennifer Pizer, que representa Jespersen, o que torna discriminatória a política da empresa é que ela obriga as mulheres a se apresentarem de uma maneira feminina bastante particular.
Jespersen começou a trabalhar no cassino em 1979 como lavadora de pratos. Depois foi promovida para ajudante de garçonete antes de assumir o posto de garçonete. Segundo sua advogada, ela se sentia bastante desconfortável ao atender a empresa e usar base, batom e sombra no trabalho.
Escrito por Moisés Diniz às 20h25
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DEPUTADO PROPÕE QUE O ACRE TENHA
O SEU CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA
O deputado Moisés Diniz (PCdoB) encaminhou requerimento ao Presidente do Conselho Federal de Farmácia solicitando a instalação do Conselho Regional de Farmácia no âmbito do Estado do Acre.
O deputado do PCdoB pede que o atual Conselho Regional de Farmácia, com sede em Porto Velho, e que engloba Rondônia e Acre, seja desmembrado e se institua o Conselho Regional de Farmácia do Estado do Acre.
Diniz argumenta que a manutenção da atual forma de organização jurídica do Conselho Regional de Farmácia, que engloba Rondônia e Acre e sediado em Porto Velho, tem produzido discriminação e imensos transtornos ao nosso estado.
Segundo o deputado comunista, “em 11 municípios médios, à exceção de Rio Branco, há em torno de 70% das farmácias em situação irregular. Nos 10 novos municípios, a situação é mais grave. Na maioria deles não há nenhuma farmácia legalizada. A exigência de um bioquímico para cada três farmácias, na conjuntura do interior do Acre, é inviável”.
“Os critérios que determinam que o Acre seja apenas um apêndice do Conselho Regional de Farmácia, sediado em Rondônia, são discriminatórios e não levam em conta a realidade do interior do Acre. Nessa questão, Rondônia trata o Acre como distrito”, finaliza Diniz.
Escrito por Moisés Diniz às 00h11
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