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GREVE É GREVE
Não faz muito tempo, a gente estava na oposição. E lembro como se fosse hoje, a gente se reunia e comentava a greve a ou b: “os companheiros não deviam ter deflagrado essa greve agora... isso foi uma burrice... o governo vai dizer que é greve política... eles não vão ter o apoio da sociedade... etc, etc e tal.
Mas, depois dos comentários, a gente APOIAVA a greve! Outros sindicatos, vereadores, deputados... Todo mundo ia pra rua defender as reivindicações dos “companheiros”...
Agora, os grevistas são os mesmos, só mudou a direção do movimento: não são os “companheiros” que dirigem o sindicato.
Por que deveria mudar nossa posição, só porque estamos no governo?
Isso dá um bom debate, mas como não sei filosofar...
.... ESTIVE HOJE NA MANIFESTAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL!
Fui lá propor o diálogo entre sindicato e governo e disponibilizar a minha solidariedade ao movimento...
Escrito por Moisés Diniz às 15h04
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ANTES DE EMBARCAR...
Obrigado, Luiz Carlos Moreira Jorge, por divulgar o meu blog! O problema é que a tua coluna (PLENÁRIO, no Jornal A Gazeta) não pode se prender apenas às minhas opiniões, senão fica muito pobre!
Ah! Estou indo para Tarauacá, cantando "APAZIGUAR", do Bruno & Marrone...
Um abraço.
Escrito por Moisés Diniz às 08h44
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Olá galera! Voltei!
Enquanto o deputado vai a Tarauacá (que alguns da esquerda, brincando, chamam de Faixa de Gaza, sem saber do sofrimento que viceja por lá), eu vou ficar aqui VIGIANDO! Até o camarada voltar!
Se um pobre for agredido numa delegacia, eu vou lá!
Se um sem-terra pedir ajuda para o seu acampamento, eu vou lá!
Se uma mulher for agredida, estuprada, eu vou lá!
Se um funcionário público fizer greve, eu vou lá!
Até o sofrimento dos iraquianos e afegãos, eu vou vigiar!
Eu não vou é vigiar a tua liberdade!
Eu não vou vigiar a tua abundância!
Eu vou vigiar a tua dor, a tua solidão e a tua miséria!
A solidão do poder, me perdoem, é a única que eu não vou vigiar!
Ah! E se uma mulher estiver perdida de amor...
Eu não vou poder ir, mas pedirei para alguém ir até lá...
Escrito por Moisés Diniz às 22h48
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MISERÁVEIS, BANGUELAS E ANALFABETOS
Eu estive hoje na manifestação da EMBRAPA, em frente a Aleac. No panfleto que eles divulgaram encontrei alguns números que me assustaram. Às vezes eu penso que o Presidente Lula está “cercado”: os financistas, os burocratas sem alma que infestam o terceiro escalão, empresários apátridas e toda série de sanguessugas...
Eles dizem que não pode baixar os juros! Que não pode discutir a suspensão, pelo menos provisória, da dívida externa! Se não pagar a promessa ao FMI todo mês os capitais fogem. São voláteis, eles dizem! Babacas! Medrosos!
Sabem que outros países enfrentaram o FMI e estão com as suas economias fortalecidas e o seu povo vivendo melhor. Ou o Lula é mais inteligente do que todo o povo brasileiro ou está se ferrando nas mãos dos financistas do Planalto. Não dá é pra esconder que chegou ao nível do absurdo. Enquanto isso: dá-lhe Fome Zero! Comida para os miseráveis, enquanto não se tem coragem de distribuir renda e reduzir os lucros imorais dos banqueiros...
Aí oferecem 2% de reajuste aos cientistas da EMBRAPA!
40 milhões de miseráveis (abaixo da linha da pobreza) e 30 milhões de banguelas! Querem, agora, nos sufocar com a ignorância científica, com a dependência externa no campo tecnológico. Miseráveis, banguelas e analfabetos! E os banqueiros elogiando a política econômica do operário (nordestino retirante, dedo perdido no torno, semi-analfabeto, petista, tachado de comunista, baderneiro, ateu...) que chegou à Presidência da República do Brasil!
Todo apoio aos cientistas da EMBRAPA!
Escrito por Moisés Diniz às 16h14
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Escrito por Moisés Diniz às 00h42
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TRADUÇÃO:
O soldado Boudreaux matou meu pai e 'transou' com minha irmã”
O menino não sabe o que o GENOCIDA escreveu para mostrar a seus amigos!
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A mesma insensibilidade com a dor que está longe, como ocorre agora em relação aos palestinos e aos iraquianos, é a mesma em relação àqueles que não são nossos parentes...
Por isso eu acho fundamental a gente despertar a solidariedade internacionalista. Levar as pessoas simples, humildes (lá na ponta do bairro, no seringal, na aldeia) a se tornarem solidárias com o sofrimento que ocorre lá longe, a organizarem ações de protesto...
Observe o homem público, o político, que diz: “isso é besteira, temos é que olhar para os problemas locais”. Verás que esse “moço bem intencionado” só cuida do seu umbigo e dos seus próximos, parentes, gatos, periquitos...
O mundo seria melhor se fôssemos impulsionados por uma ternura social, além da família, e o nosso amor fosse coletivo...
Se a gente conseguisse sentir outra dor que não fosse a consangüínea...
Escrito por Moisés Diniz às 15h56
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Faleceu minha mãe, minha pedra preciosa!
Às 14:16
Não sei quando eu volto...
Escrito por Moisés Diniz às 16h31
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